Dicas de como cuidar de sua reputação online

By 10 de dezembro de 2013E-Learning

Bebê-ComputadorA internet é um espaço aberto e coletivo que permite, através de uma simples pesquisa no Google, sabermos informações pessoais e profissionais de qualquer pessoa. A questão é que essa busca também pode ser feita por sua atual empresa ou por seus futuros empregadores.

Tamanha exposição exige alguns cuidados sobre o que postar e como se comportar nas redes sociais para criar uma reputação positiva. Em nosso curso “Boas Práticas no Uso de Redes Sociais” damos dicas e casos práticos de comportamentos esperados por profissionais nesses ambientes.

Porém, hoje vamos falar sobre dicas para saber sobre como anda sua reputação online. Vamos a elas?

1. Ficar off-line

O medo da exposição leva muita gente a abandonar ou mesmo nem entrar nas redes sociais mais populares como Facebook e Twitter. O problema desse tipo de decisão é a desatualização que essa postura pode passar.

Ser uma pessoa desconectada pode transmitir aos futuros contratantes uma imagem profissional com pouco interesse nas novas tecnologias e desatualização perante as novidades de mercado.

Se não gosta ou não tem paciência com a rotina das redes sociais sugerimos ao menos manter uma conta no Linkedin, pois dessa forma poderá manter seu currículo atualizado e rede de networking ativa.

2. Já pesquisou seu nome nos mecanismos de busca?

Informações na internet não desaparecem de forma fácil. Através de uma pesquisa você conseguirá identificar postagens de muitos anos que poderão afetar sua imagem profissional hoje.

Usuários mais ativos como blogueiros ou que postam com frequência em perfis abertos correm ainda mais riscos.

Se encontrar alguma postagem indesejada, tente tirá-la do canal de origem e aguarde para ver se ela desaparecerá após um tempo. Se a situação for grave e você não conseguir tirar o conteúdo do ar, procure ajuda de especialistas.

Outra dica importante é em relação à privacidade de seus perfis sociais. Redes como Facebook por exemplo, onde postamos conteúdo pessoal, podem ser fechados somente para redes pessoais evitando exposição.

3.  Vida online x vida real

E o que os recrutadores buscam ao procurar os perfis sociais? Conhecer mais sobre a pessoa que tem interesse em contratar.

Sua postura nesses canais refletem muito sobre sua personalidade. Muitas vezes, não basta somente um currículo impecável se seus hábitos incluem postagens polêmicas ou que exponham muito sua vida pessoal.

Por isso, todo cuidado é pouco e a frase “nunca poste nas redes sociais o que não falaria para uma plateia de mil pessoas” vale ouro!

4. O que posso fazer para melhorar minha reputação?

Cuide de sua imagem virtual assim como cuida da real. Usar as redes sociais a seu favor é simples e requer apenas bom senso.

Publicar conteúdo relacionado a sua atividade profissional, fortalecer seu networking profissional e participar de grupos em redes como Facebook e Linkedin são boas dicas.

Se mantém um blog e gosta de escrever, postar conteúdo técnico ou opinião sobre temas de sua área podem lhe garantir uma boa visibilidade e credibilidade profissional. Outra dica é sempre pesquisar seu nome nos mecanismos de busca para avaliar o que trazem os resultados.

Com essas práticas e cuidados sua imagem certamente ficará mais positiva e poderá contar pontos para sua futura carreira profissional.

 

One Comment

  • Márcia disse:

    Veja bem, eu não vou nem comentar o lixo que virou esse nosso Brasil. Para nós, os brasileiros, tem toda essa frescura para se conseguir uma vaga de emprego, que as vezes pagam um salário vergonhoso. Mas a exigência é enorme. Mas em muitas das empresas,hospitais e etc, tem vários empregados de outros países como Bolívia, Chile, entre outros países, pegando vagas que deveriam ser nossas e aposto que para eles não tem essa exigência toda, não é verificado o Facebook deles, entre outros canais. Também, viver em um país que exilado políticos podem vir se dar bem aqui, que políticos não precisam ter formação acadêmica, enquanto o operador de telemarketing tem que estar cursando faculdade para conseguir um emprego que paga um salário mínimo, enquanto as famílias dos presos ganham uma salário de mais de R$900,00. E se o cidadão brasileiro precisa de uma ambulância do Samu, além de eles demorarem, vem com uma ambulância toda ferrada, em que o paciente vai pulando lá dentro e quando chega na emergência fica em um corredor por 24 a 48 deitado numa maca ou sentado numa cadeira, esperando para ter um treco maior e morrer, enquanto os presidiários chegam numa van novinha só para ele e dois policiais que estão escoltando, esse marginal, passa na frente de todo mundo que está lá doente em cima de uma maca com dor ou com caso grave e poucos minutos depois volta escoltado para a sua van de luxo, para voltar para o seu presídio que certamente é melhor do que a casa de muita gente pobre aí ,e que paga para muitos impostos para esse marginal ficar na dentro e para que suas famílias sejam assistidas, e que fica numa boa boa, vivendo, comendo, acessando a internet através de seus celulares, e comandando gangs que estão aqui fora. Sem falar nos políticos ladroes que a gente tem que sustentar. O negócio mesmo, é ou ter o tal QI, virar político ou ladrão, porque eles tem todas as oportunidades e direitos que nós, simples mortais não temos e as redes sociais e escândalos da vida deles não são avaliados. É um Brasil de merda, que não se avalia o currículo, a competência e experiência das pessoas, mas ficam com essas frescuras de verificar comportamento, redes sociais, aplicando tolas dinâmicas de grupo e fazendo a gente de palhaços, isso sim. Contudo, não aos cursos de comportamento em entrevistas, quem tem que saber se comportar e saber avaliar as competências dos candidatos são esses profissionais incompetentes do RH que seguem uma cartilha de comportamentos, que acredito que nem mesmo eles seguem, deixando sem emprego o profissional qualificado e experiente por causa dessas tolices. Há 20 anos atrás, não tinha nada disso e as pessoas ficavam empregas durante anos em uma mesma empresa, como foi o caso de meu pai que trabalhou durante 25 anos numa mesma empresa. As empresas e RHs precisam rever o seus conceitos rapidamente, senão logo, logo, vai ter tanto bom profissional precisando do auxílio do bolsa família e a outras bolsas, por causa da nova classe de pobrezitos que irão surgir. Acorda Brasil!