Dicas de como cuidar de sua reputação online

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Bebê-ComputadorA internet é um espaço aberto e coletivo que permite, através de uma simples pesquisa no Google, sabermos informações pessoais e profissionais de qualquer pessoa. A questão é que essa busca também pode ser feita por sua atual empresa ou por seus futuros empregadores.

Tamanha exposição exige alguns cuidados sobre o que postar e como se comportar nas redes sociais para criar uma reputação positiva. Em nosso curso “Boas Práticas no Uso de Redes Sociais” damos dicas e casos práticos de comportamentos esperados por profissionais nesses ambientes.

Porém, hoje vamos falar sobre dicas para saber sobre como anda sua reputação online. Vamos a elas?

1. Ficar off-line

O medo da exposição leva muita gente a abandonar ou mesmo nem entrar nas redes sociais mais populares como Facebook e Twitter. O problema desse tipo de decisão é a desatualização que essa postura pode passar.

Ser uma pessoa desconectada pode transmitir aos futuros contratantes uma imagem profissional com pouco interesse nas novas tecnologias e desatualização perante as novidades de mercado.

Se não gosta ou não tem paciência com a rotina das redes sociais sugerimos ao menos manter uma conta no Linkedin, pois dessa forma poderá manter seu currículo atualizado e rede de networking ativa.

2. Já pesquisou seu nome nos mecanismos de busca?

Informações na internet não desaparecem de forma fácil. Através de uma pesquisa você conseguirá identificar postagens de muitos anos que poderão afetar sua imagem profissional hoje.

Usuários mais ativos como blogueiros ou que postam com frequência em perfis abertos correm ainda mais riscos.

Se encontrar alguma postagem indesejada, tente tirá-la do canal de origem e aguarde para ver se ela desaparecerá após um tempo. Se a situação for grave e você não conseguir tirar o conteúdo do ar, procure ajuda de especialistas.

Outra dica importante é em relação à privacidade de seus perfis sociais. Redes como Facebook por exemplo, onde postamos conteúdo pessoal, podem ser fechados somente para redes pessoais evitando exposição.

3.  Vida online x vida real

E o que os recrutadores buscam ao procurar os perfis sociais? Conhecer mais sobre a pessoa que tem interesse em contratar.

Sua postura nesses canais refletem muito sobre sua personalidade. Muitas vezes, não basta somente um currículo impecável se seus hábitos incluem postagens polêmicas ou que exponham muito sua vida pessoal.

Por isso, todo cuidado é pouco e a frase “nunca poste nas redes sociais o que não falaria para uma plateia de mil pessoas” vale ouro!

4. O que posso fazer para melhorar minha reputação?

Cuide de sua imagem virtual assim como cuida da real. Usar as redes sociais a seu favor é simples e requer apenas bom senso.

Publicar conteúdo relacionado a sua atividade profissional, fortalecer seu networking profissional e participar de grupos em redes como Facebook e Linkedin são boas dicas.

Se mantém um blog e gosta de escrever, postar conteúdo técnico ou opinião sobre temas de sua área podem lhe garantir uma boa visibilidade e credibilidade profissional. Outra dica é sempre pesquisar seu nome nos mecanismos de busca para avaliar o que trazem os resultados.

Com essas práticas e cuidados sua imagem certamente ficará mais positiva e poderá contar pontos para sua futura carreira profissional.

 

Como está a reputação de sua empresa nas redes sociais?

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fb_English106As redes sociais fazem parte do dia a dia de todos nós. Seu crescimento mudou a maneira na qual as pessoas se comunicam e relacionam, fazendo com que a distância entre o “mundo real” e o “mundo virtual” se torne cada vez menor.

Porém, o que vemos na prática, é que muitas pessoas não sabem como manter uma boa postura ao usar esses canais.

Nesse cenário, como fica a reputação de sua empresa? Já parou para analisar o quanto postagens indevidas podem prejudicar as relações de seus colaboradores no trabalho e mesmo a imagem de sua empresa no ambiente virtual?

Orientar sua equipe sobre as melhores práticas, pode trazer benefícios para os dois lados, evitando problemas de clima, reputação da empresa e até mesmo processos judiciais.

O curso “Boas práticas no uso de redes sociais” traz dicas e casos reais que orientarão seus colaboradores em como utilizar as redes sociais de forma positiva.

Para que você conheça um pouco do que é o curso, enviaremos para você durante seis dias dicas de comportamento nas redes sociais. Para isso, basta deixar seu email clicando no botão abaixo!

Quero receber as dicas em meu e-mail!

7 Dicas para criar um e-learning engajador

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Todas as transformações tecnológicas que temos visto nos últimos anos ampliaram as possibilidades de treinamento continuado e desenvolvimento profissional dentro das empresas.

Com a grande velocidade exigida para a aquisição de conhecimento pelo mercado não é mais preciso mais fazer com que os colaboradores tenham que aguardar por longos períodos para obtê-lo.

Porém, para que os objetivos esperados sejam atingidos, é preciso que o curso de ensino à distância tenha um conteúdo envolvente e de fácil compreensão.

Vamos dar aqui algumas dicas de como criar um conteúdo engajador para um curso de e-learning. São elas:

1. Faça as pessoas pensarem
Estudos mostram que os alunos que são ativamente envolvidos são dez vezes mais propensos a lembrar do conteúdo após o curso. Ao invés de oferecer telas somente com textos, dê algo para o participante pensar ou um problema para resolver. Essa atividade o manterá focado, evitando que ele se entedie durante o aprendizado.

2. Tenha um conteúdo relevante
Podemos dizer aqui que se o conteúdo não tiver relação com os aprendizes de alguma forma, dificilmente despertará sua atenção, fazendo com que a retenção do mesmo fique prejudicada.

4. Ofereça feedback
Prover feedback constate potencializa a experiência de aprendizado e encoraja a pessoa a perseverar em seus estudos. Elogios, congratulações e incentivos ajudarão a manter a motivação durante o período do curso.

5. Extraia informações dos alunos
Permitir que o aluno tome suas próprias decisões e desafiá-lo a demonstrar seu conhecimento pode ser também um grande agente motivador. Essas ações farão com que seu nível de atenção seja maior, melhorando consequentemente a retenção de conteúdo.

6. Segmente a informação
Não podemos esperar que um aluno absorva longos textos de explicação sem perder sua concentração ao longo do caminho. O ideal é trabalhar a informação de forma segmentada, com trechos curtos de conteúdo, facilitando seu aprendizado.

7. Dê um toque de humor
Um pouco de humor durante o curso é um fator bem interessante para um curso à distância. A risada é um conhecido ativador de adrenalina em nosso corpo ajudando a reduzir níveis de stress e aumentando a retenção de informação.

Esperamos que as dicas acima possam ajudar no envolvimento de seus colaboradores em seus treinamentos internos. Você já utiliza essa ou outras táticas para engajar sua equipe? Conte pra gente!

Como anda o seu LMS? – Parte 2

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No artigo “Como anda o seu LMS? – Parte 1” ajudamos sua empresa a avaliar seu LMS descrevendo quais são os sintomas de um LMS cansado e se sua utilização está sendo efetiva dentro da corporação.

Se identificou com os sintomas? Veja o que fazer:

Bom se você chegou até aqui é porque  concluiu que seu LMS apresenta um ou mais sintomas de cansaço. O que fazer então?  Você pode utilizar a estratégia consagrada pelo grande guru Zeca Pagodinho – deixar a vida te levar e não fazer nada ou decidir empreender uma jornada de mudança.

Se sua opção for pela mudança, comece por:

  • Construir uma visão de futuro e definir a missão do LMS na estratégia de T&D da sua organização.
  • Mobilizar pessoas, buscar sponsors e desenhar um projeto de mudança.

Opções de mudança

#RIPLMS

Sim, você pode eliminar o LMS e utilizar todo o  conjunto de ferramentas (algumas gratuitas) disponíveis na WEB. É uma boa opção, porém lembre-se que mesmo cansado, o LMS possui características e funcionalidades que o tornam praticamente indispensável:

  • Gestão de compliance – cursos e conteúdos obrigatórios
  • Gestão do delivery e do progresso nas ações de capacitação
  • Certificação de conhecimentos
  • Facilidade e concentração da comunicação
  • Métricas

 forcas2
As forças que “seguram” o LMS na Organização

#TURBINARLMS

Na nossa visão essa é uma boa escolha. Você já investiu  em uma plataforma e pode aumentar o retorno do investimento, com algumas medidas:

  1. Transforme o LMS em um HUB, ou seja, o ponto inicial a partir do qual são referenciados todas as ações e recursos para capacitação
  2. Simplifique. Reduza as suas funcionalidades e concentre-se nas suas capacidades principais:
    a. Content delivery
    b. Gestão de compliance
    c. Resposta às questões fundamentais do colaborador: o que devo e o que posso fazer?
    d. Gestão de métricas e indicadores
  3. Inclua calor humano em seu projeto. Aprender on-line não significa aprender sozinho.
  4. Use e abuse dos serviços disponíveis na WEB, tais como Facebook, Youtube, Vimeo, etc. Faça o seu LMS conversar com eles.
  5. Integre com o máximo de processos e ferramentas  possíveis dentro da Organização.
  6. Construa camadas de acordo com os públicos e necessidades do negócio.
    a. Canais de Conteúdo Externo
    b. Redes Sociais
    c. Gamificação
    d. Onboarding
    e. Assessment
    f. Campanhas – estilo AdWords e Analytics

camadas

#PARTIUNOVOLMS

Se decidir pela troca do LMS, conte conosco!

Essa é uma decisão drástica, talvez custosa, que pode trazer algum desgaste interno, entretanto é a única a ser adotada caso o LMS esteja limitando seus passos e, pior: seja tão voltado para o próprio umbigo que não permita nenhuma das melhorias apresentadas no item anterior.

#FICAADICA

Infelizmente não existe um checklist ou uma receita que permita acordar o LMS adormecido. Seja qual for sua decisão:

  • Planeje e execute. Rápido.
  • Conte com a WebTraining nesse processo, seja qual for a sua opção.
  • Avalie e  aprenda com os erros e acertos para iniciar um novo ciclo.

Como anda o seu LMS? – Parte 1

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As primeiras implementações de LMS no Brasil datam de 1998. Já se foram uns bons 15 anos. Na época não existia Youtube, Facebook, o “natimorto” Second Life e pasmem o Google ainda engatinhava no seu primeiro ano de vida. Os smartphones e tablets existiam apenas nos filmes de ficção ou na mente dos visionários.

Atualmente é difícil imaginar a Internet sem esses equipamentos e serviços.

Mas nesse período, o que mudou nos LMSs?

Se na sua empresa você já tem um instalado há mais de 8 anos, faça um esforço e tente se lembrar do que efetivamente mudou.

Se sua opinião for “praticamente nada”, então você pode pular os parágrafos abaixo e ir direto para a seção O QUE FAZER? , caso contrário siga em frente.

Sintomas de um LMS cansado

  • Os colaboradores só acessam quando existe  “incentivo”  do gestor para fazer algum curso obrigatório.
  • Ele é “mobile ready” apenas por que não utiliza mais o Flash.  Entretanto  não faz uso efetivo das facilidades introduzidas pelos smartphones e tablets, tais como:  geolocation, realidade aumentada, cursos transmídia,”segunda tela” em sala de aula, pessoas conectadas o tempo todo, SMS, etc.
  • Ele é o mesmo para todos os usuários. Não importa se quem está acessando é o trainee ávido por conhecimento e rápida ascensão ou um gerente sênior em busca de atualização, o conteúdo e interface são sempre os mesmos.
  • O LMS é sinônimo de Lista de Cursos. 
  • Possui uma videoteca, mas a utilização de Vídeo é semelhante ao Youtube de 1995 e o LMS não permite interatividade tias como comentários, marcações, anotações etc.
  • Gamificação é apenas um ‘joguinho de perguntas e respostas’ com uma interface bonitinha.
  • Os cursos utilizam sempre a mesma metodologia “Enterativa” na qual os usuários só apertam a tecla Enter e não permitem modelos mais flexíveis,  tais como síncrono com webconferência, conduzidos por um instrutor, híbrido com presencial  etc.
  • As métricas de participação e resultados não são de fácil acesso e não permitem cruzamento de informações em um esquema similar ao de um “Business Inteligence”.
  • O LMS não contém informações relevantes e atualizadas e é apenas um LMcS (Lista dos Mesmos Cursos de Sempre).
  • Quando o colaborador acessa o sistema ele não responde às duas questões fundamentais de um colaborador:
    • “Como “e “o quê” devo fazer para me capacitar e “performar” melhor na função atual?
    • Quais as oportunidades de desenvolvimento e “como” e “o quê” posso fazer para alavancar minha carreira?
  • O LMS não faz a gestão de compliance, ou seja não gerencia cursos obrigatórios exigidos por lei, norma ou política da empresa, incluindo validade e obrigatoriedade de reciclagem.
  • O LMS é um ermitão dentro da área de T&D e não conversa com outras áreas, sistemas e projetos da empresa, tais como Intranet, SharePoint, ERP, BSC entre outros.
  • Para seu LMS, Social Learning é sinônimo de Fórum ou FAQ. O LMS não conversa com as redes sociais.
  • O LMS é frio e impessoal.  O colaborador se sente desamparado.

Seu LMS não apresenta nenhum dos sintomas acima?

Parabéns! Sua empresa é uma rara exceção e você deve interromper a leitura por aqui. Caso contrário, respire fundo, supere esse leve incômodo ou sensação de mal-estar que os sintomas acima possam ter lhe causado e siga em frente.

Se precisar de ajuda nesse processo, procure o nosso grupo no Facebook  – ULCA – Usuários de LMS Cansados Anônimos – e descubra que você não é o único acometido por esse mal.

Agora, se você quer ter mais informações sobre o que fazer, leia a continuação deste artigo em “Como anda o seu LMS? – Parte 2

Como a tecnologia pode ajudar na obtenção de resultados na gestão de pessoas

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A gestão é requisito para qualquer empresa, de qualquer porte, área e segmento.

“Não se gerencia o que não se mede,
não se mede o que não se define,
não se define o que não se entende,
não há sucesso no que não se gerencia”.

William E. Deming

Entendemos que para sabermos se temos sucesso em algo, precisamos primeiramente definir o que queremos e ter indicadores que nos ajude a visualizar o caminho a ser percorrido do ponto onde estamos até o ponto onde devemos chegar.

Em geral, temos visto mais foco na execução (operacional) do que no planejamento (estratégico).

Esse comportamento gera, pelo menos, dois grandes problemas:

  1. Sem saber o que realmente temos que fazer, acabamos fazendo “o que dá tempo de fazer” e, infelizmente, isso quase sempre não é o que a empresa precisa.
  2. Não reconhecer a necessidade imediata da mudança de seu próprio comportamento, culpando alguém (governo, chefia, colegas detrabalho, outros, etc) pelo fracasso da operação ou pela falta de saber o que se tem que fazer.

Acredito que ao ler esse texto, muitos se identificarão com essa situação.

Então, segue minha sugestão para iniciar o processo de mudança:

  1. Qual a meta da empresa para este ano?
  2. Conheça os indicadores de sua empresa:
    • qual o faturamento esperado,
    • qual rentabilidade esperada,
    • qual o grau de satisfação dos clientes,
    • quais os produtos e sua contribuição para o negócio da empresa,
    • qual a satisfação dos colaboradores com a empresa,
    • qual o turnover de sua empresa,
    • qual o marketshare,
    • como está a empresa em comparação com a concorrência?
  3. Conheça os indicadores dos processos de sua empresa
  4. Conheça os indicadores do seu processo e/ou área:
    • Foi feito o desdobramento das metas da empresa ? Se sim, quais são as minhas metas ?
    • Quais são os indicadores qualitativos?
    • Quais são os indicadores quantitativos ?
    • Quais são os indicadores de desempenho ?
    • Quais são os indicadores financeiros ?
    • Quais são os indicadores não-financeiros?

A gestão de pessoas é estratégica para a organização. Ela pode contribuir ativamente para o sucesso ou fracasso de uma organização, é ela que dá alma ao negócio.

Atualmente, o colaborador possui maior participação na tomada de decisão por deter o conhecimento. É o conhecimento do colaborador aplicado ao negócio da empresa, que a torna mais ou menos atrativa, gerando novas perspectivas de valor.

Todos tem consciência do crescimento da economia brasileira, que ampliou a oferta de empregos provocando a situação de pleno emprego que vivemos e das dificuldades em selecionar pessoas e manter os profissionais aderentes à cultura e às necessidades (atuais e futuras) da empresa.

Sob essa ótica, o desafio para o profissional de Recursos Humanos é grande. Entendo que o ponto de partida é conhecer sua empresa, os processos e analisar s indicadores existentes. Ao refletir sobre eles, conseguirá entender se ajudam a atingir resultados esperados pela empresa. Entender esse cenário, trará um briefing correto de sua situação atual, e você necessitará dessa informação para o próximo passo: o que devo fazer para atingir o resultado esperado?

Para pensar na solução do problema, você pode pesquisar na web, pedir a colaboração de outras pessoas para ajudá-lo a definir o que tem que ser feito à partir do resultado que você precisa, para só depois definir como deve ser feito e qual metodologia será adotada.

Após definir o que e como deve ser feito, atente-se para o processo de comunicação. Nossa experiência indica que “vender a ideia” internamente impacta no sucesso do projeto, tanto quanto executá-lo de forma correta.

Após essa etapa, você está preparado pois sabe:

  • Que competências precisa desenvolver
  • Para quais pessoas
  • Em que prazo
  • Como se dará a comunicação e a gestão durante a realização do treinamento
  • Qual indicador do negócio comprovam o sucesso do treinamento

Essas informações são vitais para o sucesso de uma ação de capacitação/desenvolvimento.

Na implantação de projetos de e-learning e/ou de treinamentos presenciais, é possível sistematizar alguns indicadores como por exemplo:

  • Quantidade de treinamentos efetuada pela empresa nas visões: por mês, por colaborador, por área, por diretoria, etc, de acordo com a hierarquia da empresa;
  • Quantidade de carga horária efetuada nas diversas modalidades (técnico, graduação, extensão, etc);
  • Quanto é o orçamento de treinamento x quanto foi gasto, na visão mensal, diretoria e tipo ?
  • Quais são os motivos do cancelamento dos treinamentos ?
  • Como está a satisfação dos gestores com relação aos novos colaboradores com 30,60 e 80 dias ? Quem o gestor quer que seja efetivado ? Quem ele não recomenda ?
  • Como está a satisfação dos novos colaboradores com relação à empresa com 30,60 e 80 dias ? Quem deve desligar e quem deve efetivar ?
  • Como está o grau de motivação dos líderes ?
  • Como está a educação informal na empresa? Quais recursos estão disponíveis aos colaboradores ? Como tem sido, essa utilização ?
  • Como está a retenção do conhecimento dos colaboradores que estão quase se aposentando ?
  • Como está a colaboração entre pessoas da empresa ?
  • Como está a satisfação dos colaboradores com os programas criados no período?
  • Quantos consultores internos e externos serão necessários para a entrega dos programas ?

A definição dos indicadores (como medi-los e em qual periodicidade) e como sistematizá-los pode lhe trazer resultados financeiros e não financeiros e eventualmente, lhe dar abertura para processos de inovação.

Tenha sempre em mente que o preço de medir será menor para a organização, do que o preço de não medir.

Se precisar de ajuda na gestão de pessoas de sua empresa, conte conosco!

Teremos prazer em entender sua realidade, co-criar e sistematizar seus indicadores para que, após a implantação, nós possamos executar as estratégias que você definirá.

Nosso trabalho é desenvolver, implantar e apoiá-lo no uso de tecnologia, para que essa utilização ocorra da mesma forma que o telefone é hoje utilizado por todos: sem nem perceber que usam uma tecnologia, apenas focados nos resultados que ela proporciona.

E-Learning e Redes Sociais

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E-Learning e Redes sociais são ótimos negócios.

 

A educação está em foco juntamente com as redes sociais, com isso as pessoas estão se tornando empreendedora, e aprendendo cada vez mais. Empreender é, também, desenvolver-se na sua carreira profissional até mesmo dentro de uma empresa como funcionário. Por estarem cada vez mais empreendedoras essas pessoas que também estão cada vez mais jovens, estão buscando estudar e se qualificar para esse mundo que sempre exige mais.

A vida online das pessoas continua crescendo a cada dia. O Brasil fechou o último ano com 32 milhões de e-consumidores. Esse número ainda vai crescer mais nos próximos anos.  Com o grande crescimento do uso da banda larga e as inovações de tecnologia móvel, as pessoas estão procurando maneiras diversas para se distraírem, e se familiarizarem com o que as redes oferecem isso inclui, estudar online.

Entre as áreas de maior destaque está o e-learning, cursos criados e ministrados na web, setor da educação que os especialistas dizem poder dar passos mais amplos do que os atuais. Asredes sociais também têm destaque garantido, isso porque elas servem como uma porta de entrada para o internauta na web que possibilita a integração de canais de cursos online.

Exemplo de áreas a serem exploradas como negócios na web são:

E-commerce personalizado: As lojas virtuais tendem a se tornar cada vez mais popular. O foco das pequenas lojas deve ser em nichos bastante específicos, para não bater de frente com gigantes do e-commerce.

Livros eletrônicos: e-books e tablets estão movimentando este mercado. Ainda há bastante espaço para empreendedores que forem ágeis e criativos ao investir neste setor.

Geolocalização: Com a popularização dos smartphones, as utilizações de ferramentas como o Foursquare estão ganhando mais destaque. Quem souber explorar o uso deste recurso tende a se dar bem.

Leilões online: Os leilões virtuais são sites que oferecem desde eletrônicos até apartamentos, tudo a preços muito baixos. Com o produto sendo mais barato que o valor de mercado, a plataforma lucra com a compra de créditos pelos usuários.

Além desses exemplos, também existem empresas especializadas, que criam cursos online de diversos temas, e setores. Deixando o treinamento/aprendizagem muito mais fácil e econômico.

e-Learning e o iPad

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Design Instrucional para iPad

 “O iPad é o primeiro aparelho pequeno o bastante e com uma tela grande o suficiente para permitir que as pessoas o usem tão confortavelmente como uma revista impressa” – Mike Haney.
Primeiramente, é o designer educacional que planeja usar essa tecnologia para a solução de sua plataforma. A edição da Computer Arts Projects traz uma informação valiosa neste sentido: ela está amadurecendo nas editoras de revistas,como a Popular Science (Steve Jobs descreveu como uma “grande inovação” a versão digital desta revista no seu aparelho) e a revista Time.  

Dicas de Design Educacional em iPads.

·         É preciso construir dois componentes para os usuários: a interface de leitura e o conteúdo que será apresentado por meio dela;
·         A criação de layout para uma versão digital pode ser feita da mesma forma que o impresso, no InDesign;
·         É necessário pensar em dois modos de visualização: o horizontal e o vertical;
·         Design simples e limpo é o recomendado, pois o principal ainda é o conteúdo;
·         Foco em experiências mais interativas: cada vez mais utilizar infográficos, slideshows, elementos de áudio e de vídeo;
·         Não se trata apenas de pensar nas dimensões: é necessário pensar em uma nova abordagem para o iPad.

O Mobile Learning será um ponto forte daqui para frente, e sem duvida o iPad ajudará muito nisso. Usá-lo no lugar de notebooks, smartphone pode ser muito mias economicamente acessível.  Porque a cada dia que passa o uso de iPads, vem crescendo e se tornando uma tendência tecnológica.
Pode se dizer que dentro do grupo de designer e usuários, vai ter maios aceitação do que o uso de smartphones. Já que a interação entre eles é limitada, e pode ter baixa visualização e resolução dificultando o aprendizado e a utilização. O uso do iPad e tablets em geral, para o treinamento-aprendizagem vai ser tão comum, como o uso de computadores.

Como conclusão, pode se dizer que vale apena investir nesse novo recurso, e planejar designer  educacional, para ser usado no iPad. Isso poderá abranger ainda mais o ramo do e-learning, fazendo diversificações de aprendizagem, e o modo de como ele será aplicado.

E-Learning e o futuro

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O futuro do e-Learning

Atualmente, no ambiente acadêmico, corporativo ou governamental, o uso da plataforma LMS, está sendo comum para o processo de ensino-aprendizagem. A cada dia que passa novas formas de aprendizagem vão aparecendo. Muitos acreditam que o ensino através da tecnologia, será muito mais útil ao passar do tempo. Para isso temos alguns exemplos de como será o e-Learning no futuro:
Popularização de Tecnologias – Hand-Held computers dotados de altíssima capacidade de processamento e armazenamento serão tão comuns entre os jovens como são os celulares hoje, ainda sim, terão um custo muito mais acessível.

Integração de Eletrônicos – como tendência já confirmada atualmente, teremos em um só aparelho várias funcionalidades, como: internet, gravador e reprodutor de vídeo e áudio, câmera digitalizadora, banco de textos e imagens, entre outros; tudo na forma wireless, ou seja, sem fio.

Maior valorização da Andragogia –Haverá mais empresas e consultores trabalhando no estudo da melhor formação de adultos, conforme as competências demandadas pelas empresas.

L-Games (Learning Games) – serão criadas empresas voltadas para criação de jogos educacionais em ambientes LMS, para viabilizar a construção de simulações colaborativas de interação e aprendizagem. Os jovens poderão viver personagens do passado histórico da humanidade, simulando julgamentos em tribunais ou até mesmo sendo personagens de uma obra de Shakespeare, como nos jogos RPG.

Comunidades Peer-to-Peer de e-Learning –
Como nas comunidades colaborativas de sistemas tipo Kazaa ou Imesh, existirão redes de computadores compartilhando informações organizadas por conteúdos específicos de aulas a serem presenciadas, como vídeos, gravações, fotos e documentos.

Weblogs Escolares – Cada aprendiz terá em seu meio de estudo, o seu diário escolar pessoal, que através de uma LMS poderá configurar quem terá ou não acesso a determinadas partes do mesmo, assim, ele poderá repassar seus resumos, anotações, e provas realizadas a outros alunos e turmas mais atrasadas. Aqui se formarão as primeiras comunidades virtuais informais de ensino-aprendizagem.

TSP (Teaching System Provider) – Sistemas Provedores de Ensino serão criados no formato parecido com os Call Centers, de forma a venderem para instituições de ensino interessadas os serviços de “Tira-dúvidas” por matérias, via telefone ou Chat-on-line, para que seus alunos tenham mais opções e ferramentas que lhes facilitem o processo de absorção do conhecimento. Aqui teremos mais uma especialização para o profissional de ensino, o tutor virtual.

Para que esses exemplos tenham um longo caminho, é necessário que haja interação entre professor-tecnologia-aprendiz. Porque a tecnologia por si só, não é capaz de ensinar alguém, por isso ter a combinação com um ser humano muda muito. E cada dia que passa, essa ligação ajudará os futuros profissionais a ter criatividade, conhecimentos diversos e acima de tudo facilitar a vida tecnológica.